O ator Glen Powell, que consolidou sua carreira em Hollywood com participações em grandes produções, vê um de seus projetos recentes ganhar uma nova vida no ambiente digital. O longa-metragem The Running Man, lançado originalmente em novembro de 2025, continua a atrair espectadores em plataformas de streaming, seis meses após sua chegada aos cinemas.
A trama, baseada na obra literária de Stephen King, acompanha o personagem Ben Richards, interpretado por Glen Powell. Na história, o protagonista é selecionado para participar de um reality show mortal, onde precisa sobreviver por 30 dias enquanto é caçado pela rede de televisão responsável pelo programa, tudo em busca de um prêmio de um bilhão de dólares. A direção é assinada por Edgar Wright.
Desempenho nas plataformas de streaming
Embora o filme não tenha alcançado o sucesso esperado nas bilheterias mundiais, arrecadando 69 milhões de dólares contra um orçamento de 110 milhões, o cenário no streaming é diferente. Recentemente, a produção figurou entre os dez filmes mais assistidos no Prime Video nos Estados Unidos e ocupa a primeira posição no catálogo do Paramount+.
O interesse do público reforça a trajetória de Glen Powell, que tem se destacado em diversos gêneros. Para quem busca outras produções de suspense e adaptações literárias, vale conferir como Ripley na Netflix supera adaptação de 1999 com Matt Damon, demonstrando a força de novas versões de histórias consagradas.
Recepção da crítica e análise técnica
Apesar do resultado financeiro abaixo do esperado, The Running Man recebeu avaliações positivas de fãs e críticos, mantendo uma pontuação de 61% entre a crítica especializada e 77% entre o público no Rotten Tomatoes. Especialistas destacam a performance de Glen Powell, apontando que ele entrega exatamente o que se espera de um protagonista distópico.
Algumas análises, contudo, apontam desafios na narrativa. Enquanto alguns críticos elogiam as cenas de ação intensas, outros argumentam que o filme enfrenta dificuldades para equilibrar o desenvolvimento de seus diversos personagens, oscilando entre o tom distópico original e a estética de reality show. Ainda assim, a obra permanece como um título relevante na filmografia de Edgar Wright e um exemplo de como o streaming pode dar uma segunda chance a produções de ficção científica.
Fonte: Collider