A plataforma de vídeos verticais Verza TV, lançada em dezembro, já está expandindo seu formato. A empresa anunciou uma mudança estratégica, apelidada internamente de “Verza 2.0”, que inclui a adoção de vídeos horizontais e um foco total em conteúdo gerado pelo usuário (UGC). Essencialmente, a plataforma se assemelha agora ao YouTube e YouTube Shorts, mas em uma escala significativamente menor.

A Verza TV se posiciona como “o teatro digital para a próxima geração”, e a transição para o modelo UGC visa tornar a plataforma escalável. Inicialmente, a Verza licenciou 80 microdramas produzidos em Singapura, uma escolha que se destacou por ser uma plataforma americana focada nesse nicho.
O que você precisa saber
- AVerza TVmuda seu modelo de negócios apenas quatro meses após o lançamento.
- A plataforma agora suportará vídeos horizontais e conteúdo gerado pelo usuário.
- O objetivo é se tornar um ecossistema impulsionado por criadores, similar aoYouTube.
Evolução para o UGC
A adição de formatos horizontais é apresentada como uma novidade na categoria de microdramas. A Verza garante que a transição para o UGC não afetará a qualidade da produção e permitirá que os criadores acompanhem suas estatísticas de monetização em tempo real. A empresa busca empoderar a próxima geração de contadores de histórias, mantendo a qualidade esperada pelo público.
O mercado de microdramas
Os vídeos verticais, conhecidos como “microdramas”, têm ganhado popularidade em Hollywood, embora grande parte do conteúdo venha da China e Ucrânia. O espaço está se tornando competitivo, com players como ReelShort e DramaBox, além de novas empresas como MicroCo e GammaTime.
Geralmente, microdramas são produções de baixo custo, divididas em segmentos de aproximadamente 60 segundos. Esses aplicativos móveis costumam oferecer os primeiros episódios gratuitamente, incentivando o usuário a pagar para concluir a história.
Fonte: THR