The Testaments: Série expande universo de The Handmaid’s Tale com foco em novas personagens

The Testaments expande o universo de The Handmaid’s Tale com foco em novas personagens e uma narrativa independente, evitando o vermelho icônico na primeira temporada.

A série The Testaments, continuação de The Handmaid’s Tale, enfrenta o desafio de equilibrar a fidelidade aos fãs da obra original com a necessidade de trilhar seu próprio caminho. A equipe criativa buscou essa harmonia ao adaptar o romance de Margaret Atwood, focando em June Osborne, interpretada por Elisabeth Moss.

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Embora Moss tenha sido a protagonista de The Handmaid’s Tale e produtora executiva, além de dirigir episódios, a decisão foi torná-la uma personagem coadjuvante em The Testaments. Essa mudança, mantida em segredo até a estreia, permitiu que a nova série se sustentasse independentemente, sem ser apenas uma sétima temporada de The Handmaid’s Tale.

O que você precisa saber

  • A sérieThe Testamentsse passa quatro anos após os eventos deThe Handmaid’s Tale.
  • A personagemJune Osbornetem um papel coadjuvante, atuando como mentora de uma nova espiã.
  • A cor vermelha, símbolo icônico deThe Handmaid’s Tale, é intencionalmente evitada na primeira temporada deThe Testaments.

Desenvolvimento da nova narrativa

A adaptação do livro, que se passa 15 anos após o final de The Handmaid’s Tale, foi ajustada para um salto temporal de quatro anos na série. Isso permitiu reimaginar a personagem Nichole, agora conhecida como Daisy, que não tem parentesco sanguíneo com June na nova produção, mas mantém sua essência de lutadora.

June atua como mentora de Daisy, que se infiltra em Gilead como espiã. A trama se complica quando June descobre que enviou Daisy para a mesma escola onde sua filha Hannah/Agnes é criada. A série explora o despertar dessas jovens mulheres e a responsabilidade que vem com o conhecimento, prometendo um futuro mais esperançoso.

Um universo em expansão

A produção de The Testaments foi um processo de mais de cinco anos, com a equipe criativa engajada com Margaret Atwood desde 2018. A intenção sempre foi criar uma obra independente, com uma visão própria, mesmo utilizando o universo estabelecido por The Handmaid’s Tale.

A ausência da cor vermelha e dos mantos icônicos na primeira temporada foi uma escolha consciente para diferenciar a série e permitir que ela se estabelecesse. A série busca retratar a violência contra jovens mulheres com sensibilidade, focando no despertar e na resiliência dessas personagens.

A equipe já está no desenvolvimento da segunda temporada, com o objetivo de contar a história em pelo menos três temporadas. A série busca mostrar como essas jovens mulheres responderão e se unirão para enfrentar a opressão de Gilead, oferecendo uma perspectiva mais positiva em comparação com The Handmaid’s Tale.

Fonte: THR