Splinter Cell: Netflix confirma série em 2025 e linha do tempo

A série animada Splinter Cell: Deathwatch da Netflix se passa uma década após os games, explorando a aposentadoria de Sam Fisher. Saiba mais!

A Netflix expandiu seu portfólio de animações baseadas em jogos com Splinter Cell: Deathwatch, que se passa uma década após os eventos dos games. A série, que estreou em 2025, aborda a aposentadoria de Sam Fisher e sua adaptação a um mundo em constante mudança.

Lançada em 2025, Splinter Cell: Deathwatch dá continuidade à história de Sam Fisher, o icônico agente de operações secretas. Os jogos da franquia original ocorreram entre 2004 e 2013, e a série animada se ambienta em 2025, um salto temporal que explica a aposentadoria do protagonista e sua aparência mais envelhecida.

Embora tenha havido apreensão inicial devido à ausência de jogos recentes e à mudança na voz de Sam Fisher, a produção da Netflix manteve a essência furtiva da franquia e honrou a narrativa estabelecida. A série se destaca por incorporar elementos de stealth, marca registrada dos games, e por respeitar a linha do tempo geral do universo.

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A Linha do Tempo de Splinter Cell: Deathwatch e os Jogos

A série se passa aproximadamente dez anos após o final dos jogos, em 2025. Essa ambientação temporal é crucial para a narrativa, pois justifica a aposentadoria de Sam Fisher. A presença de referências a políticas ecológicas, mais comuns em 2025, também reforça a atualização do cenário.

A passagem do tempo afeta diretamente a jornada pessoal de Sam. Tendo atingido seu auge nos anos 2000 e se tornado um veterano experiente no início dos anos 2010, ele precisa adaptar sua abordagem após sair da aposentadoria. O protagonista chega a admitir que ficou “lento” em uma das primeiras sequências de furtividade.

Apesar de ter desacelerado um pouco, Sam Fisher ainda demonstra as habilidades letais que o tornam memorável. Sua evolução ao longo da década pode influenciar seu papel em uma potencial segunda temporada de Splinter Cell: Deathwatch.

O Cânone de Splinter Cell: Deathwatch com os Jogos

Sim, Splinter Cell: Deathwatch é canônica à série de jogos, com algumas adaptações pontuais. Embora as missões e operações secretas sejam mantidas, a forma como esses eventos se desenrolam apresenta pequenas diferenças em relação aos games.

Um exemplo é o confronto entre Sam Fisher e Douglas Shetland. Na série, a dinâmica e a sequência de ação são alteradas para melhor se adequar à narrativa da animação, mas sem retificar o passado dos personagens. Essas modificações visam enriquecer a história e agradar aos fãs de longa data.

As mudanças introduzidas por Derek Kolstad em Splinter Cell: Deathwatch parecem ter o objetivo de aprimorar o produto final. Apesar de não ser exatamente a atualização que todos esperavam, o retorno do clássico personagem em sua própria franquia foi bem-vindo.

Assistir Splinter Cell: Deathwatch Sem Ter Jogados os Games

A série é acessível tanto para fãs veteranos quanto para novos espectadores. Quem conhece o universo de Splinter Cell pode apreciar mais detalhes sutis, como efeitos sonoros reconhecíveis e sequências de furtividade icônicas.

Entretanto, a trama é apresentada de forma clara, permitindo que novatos acompanhem a história sem dificuldade. As motivações de personagens como Sam e McKenna são bem desenvolvidas, e os objetivos dos vilões são explicados.

Embora as alterações possam gerar discussões entre os fãs mais antigos, Splinter Cell: Deathwatch oferece uma experiência envolvente para todos, seja pela nostalgia ou pela descoberta de um universo rico em ação e espionagem.

Fonte: ScreenRant

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