O filme Robin Hood: A Origem, estrelado por Taron Egerton, encerra sua trajetória no catálogo da Netflix em junho de 2026. A produção, que buscava estabelecer uma nova franquia de fantasia no cinema, enfrentou dificuldades de recepção crítica e comercial desde o seu lançamento original.
Uma abordagem diferente para o clássico
Com uma proposta estética que mesclava elementos de assassin’s creed com a intensidade de Black Hawk Down, o longa tentou modernizar a lenda do herói de Sherwood. A direção de Otto Bathurst apostou em sequências de ação frenéticas e um tom mais sombrio, distanciando-se das adaptações tradicionais que o público estava acostumado a ver nas telas.
Apesar do elenco de peso, que incluía nomes como Jamie Foxx e Ben Mendelsohn, o projeto não alcançou o sucesso necessário para garantir as sequências planejadas pelo estúdio. A tentativa de criar um universo expandido acabou interrompida pelo desempenho abaixo das expectativas nas bilheterias globais.
O impacto do streaming
A presença de títulos de ação no catálogo das plataformas digitais é constante, como visto em produções que exploram o gênero de suspense e aventura, a exemplo de Lurker que ganha destaque no streaming com suspense psicológico. Para os assinantes da Netflix, a saída de Robin Hood: A Origem representa a remoção de uma obra que, embora tenha falhado em iniciar uma saga, oferece uma visão estilizada e peculiar sobre o folclore britânico.
O mercado de entretenimento continua a observar como grandes produções de estúdio, mesmo aquelas que não atingem o status de sucesso absoluto como Twisters que mantém sucesso absoluto no streaming dois anos depois, encontram seu público e sobrevida através do licenciamento para serviços de vídeo sob demanda.
Fonte: Collider