One Piece: Netflix altera 15 mudanças da 2ª temporada em relação ao mangá

Descubra as 15 principais diferenças entre a 2ª temporada de One Piece da Netflix e o mangá original, incluindo mudanças em personagens e eventos.

A adaptação em live-action de one piece da Netflix se destaca pela fidelidade ao mangá original, mas algumas alterações foram necessárias para o formato televisivo. Com a segunda temporada já em produção, as mudanças em relação ao material de origem continuam a moldar a narrativa.

luffy looking up at gold roger s execution platform in one piece season 2
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one piece episode 1117 sabo
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smoker smoking his cigars in one piece season 2
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laboon looking at the going merry in one piece season 2
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brook and the rumbar pirates in one piece
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the straw hats sitting with crocus in one piece season 2
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O mangá de one piece possui mais de 1000 capítulos, o que exige um ritmo mais acelerado na série da Netflix. Isso resulta em elementos condensados, omitidos ou adicionados. A segunda temporada mantém a essência dos arcos de personagens e do universo, mas as adaptações são inevitáveis devido à vastidão da obra original.

A seguir, as 15 maiores alterações que a segunda temporada de one piece da Netflix introduz em comparação com o mangá.

Bartolomeo: Introdução Antecipada

O primeiro episódio da segunda temporada leva os Piratas do Chapéu de Palha a Loguetown. Nesta cidade icônica do mangá, um novo personagem é introduzido: Bartolomeo, um ladrão que se inspira em Luffy. No mangá, Bartolomeo, um fã fervoroso de Luffy, aparece bem mais tarde na história, sendo retratado como uma testemunha da execução de Luffy por Buggy.

A série da Netflix antecipa a introdução de Bartolomeo, permitindo que ele interaja com os Chapéus de Palha e testemunhe a fuga de Luffy. Essa mudança difere do mangá, onde Bartolomeo não interage com Luffy em Loguetown, e sua presença na cidade só seria revelada temporadas depois.

Sabo: Presente em Loguetown

Nos momentos finais do primeiro episódio, um homem misterioso salva Luffy de Smoker. Posteriormente, ele observa os Chapéus de Palha partirem. Por trás desse salvador, surge um homem com um chapéu alto. Leitores do mangá reconhecerão o salvador como Dragon, pai de Luffy e líder do Exército Revolucionário, e o homem atrás dele como Sabo, o segundo em comando da organização.

No mangá, Sabo não está presente em Loguetown, marcando uma introdução significativamente mais precoce na série da Netflix.

Garp e Smoker: Conversas Inéditas

Monkey D. Garp, avô de Luffy e vice-almirante da Marinha, foi um personagem recorrente na primeira temporada. Na segunda, Garp, Koby e Helmeppo aparecem em Loguetown para verificar Smoker. As conversas entre Smoker e Garp sobre o estado do mundo, o reino de Alabasta, o Exército Revolucionário, os laços de Dragon e a Baroque Works não existem no mangá.

Essas interações foram provavelmente incluídas para dar um papel a Garp e seus protegidos em uma temporada onde eles não teriam muitas aparições, além de servirem como veículo para introduzir informações cruciais para os arcos e facções futuras.

Luffy Acalma Laboon

A segunda temporada aborda a história de Laboon, uma baleia gigante que procura seus velhos amigos. No mangá, Luffy simplesmente usa o mastro do Going Merry para bater na cabeça da baleia. A série da Netflix muda essa cena, com Luffy acalmando Laboon ao cantar uma música que a baleia conhecia.

Essa alteração parece ter sido feita para se alinhar melhor com a natureza compassiva de Luffy e criar uma conexão mais amigável com os Chapéus de Palha.

Introdução de Brook

Brook, um dos piratas que cantava para Laboon, é introduzido tardiamente no mangá. Na série da Netflix, flashbacks mostram Brook cantando para Laboon, preparando o terreno para sua futura introdução como membro dos Piratas do Chapéu de Palha. Isso difere do mangá, onde sua história com Laboon é explorada retroativamente.

Acomodações de Crocus

No mangá, Crocus vive dentro do estômago de Laboon. A segunda temporada da Netflix altera isso, fazendo com que Crocus resida em um farol com vista para Laboon e a Reverse Mountain. Essa mudança pode ter sido feita para aumentar a urgência do papel de Luffy em salvar seus amigos do estômago da baleia.

Um aceno ao mangá original ocorre quando Usopp conserta a porta do farol de Crocus, mencionando que há muito espaço dentro da baleia. Crocus responde que guardará a ideia caso fique entediado.

Perseguição de Miss All Sunday

Miss All Sunday, uma das vilãs centrais da segunda temporada, que também terá papel na terceira, persegue os Chapéus de Palha pela Grand Line em diversas localizações. Essa perseguição não ocorre no mangá e foi adicionada à adaptação da Netflix para dar mais destaque à personagem interpretada por Lera Abova antes de ela se tornar uma personagem regular.

Visões de Zoro de Mihawk

No terceiro episódio, Zoro tem visões recorrentes do pirata Dracule Mihawk o provocando. Mihawk derrotou Zoro na primeira temporada, estabelecendo-se como o objetivo que Zoro precisa superar para se tornar o maior espadachim do mundo. Essas alucinações não fazem parte do mangá e foram incluídas para reforçar a derrota de Zoro e seu objetivo final, além de preparar seu arco em Whiskey Peak.

Luffy vs. Zoro

No mangá, Luffy e Zoro têm um breve confronto quando Luffy acredita que Zoro está atacando civis em Whiskey Peak. Na época, Luffy desconhecia que os civis eram agentes da Baroque Works. Esse breve embate foi omitido da segunda temporada da Netflix, provavelmente devido à sua pouca relevância para o enredo geral.

Menção a Nika

Os episódios 4 e 5 introduzem Dorry e Brogy, os gigantes de Elbaph, em Little Garden. Elbaph é um reino de guerreiros que veneram um Deus Sol chamado Nika. A série da Netflix menciona Nika pelo nome, algo que não acontece no mangá original.

Fonte: ScreenRant