A Netflix lança um remake de um clássico de Denzel Washington que já está repercutindo entre os críticos. A nova série, baseada em um filme de classificação R, estabeleceu um recorde no Rotten Tomatoes, tornando-se a primeira de seu tipo na franquia.
O filme original de 2004, Man on Fire, estrelado por Denzel Washington como John Creasy, um ex-agente da CIA que protege uma jovem no México, recebeu críticas mistas, com apenas 39% no Rotten Tomatoes. Agora, em 2026, a Netflix apresenta uma nova adaptação, também intitulada Man on Fire, inspirada tanto no filme de Washington quanto no romance de A.J. Quinnell.
A série Man on Fire estreou com uma pontuação de 63% no Rotten Tomatoes, baseada em 8 críticas. Esta é a terceira adaptação do romance de Quinnell, que inclui uma versão de 1987 com Scott Glenn. Ambas as adaptações cinematográficas foram mal recebidas, tornando a versão da Netflix a primeira a obter recepção positiva da crítica. A série de sete episódios foi lançada em 30 de abril.
Na versão da Netflix, Yahya Abdul-Mateen II interpreta John Creasy, um ex-mercenário das Forças Especiais lidando com TEPT. Ele se vê protegendo uma jovem visada por forças desconhecidas, o que o leva a uma busca por vingança. A série busca incorporar elementos do romance original e de sua sequência, The Perfect Kill. O showrunner, Kyle Killen, é conhecido por co-desenvolver a série Halo da Paramount+.
As críticas para Man on Fire são geralmente mistas a positivas, elogiando a intensidade e as sequências de ação explosivas, impulsionadas pelas atuações, especialmente de Abdul-Mateen II. No entanto, alguns críticos apontam que o material original parece esticado no formato de TV e que a escrita ficou em segundo plano em relação à apresentação visual.
Apesar de suas imperfeições, a pontuação de estreia de Man on Fire a consolida como a adaptação mais bem recebida pela crítica do romance de Quinnell. Resta saber como a série performará na Netflix nas próximas semanas.
Fonte: ScreenRant