A cinebiografia Michael, dirigida por Antoine Fuqua, está a caminho de alcançar uma estreia impressionante de aproximadamente US$ 90 milhões nas bilheterias norte-americanas. O filme, que narra a vida do icônico cantor Michael Jackson, superou as expectativas iniciais de arrecadação.
O longa deve registrar entre US$ 37 milhões e US$ 38 milhões apenas na sexta-feira, projetando um total de US$ 88 milhões para o fim de semana de estreia nos Estados Unidos. Globalmente, a expectativa é que Michael ultrapasse os US$ 180 milhões, impulsionado pela popularidade de Jackson no exterior, onde a distribuição internacional é feita pela Universal.
Antes do fim de semana, as projeções indicavam uma abertura entre US$ 65 milhões e US$ 70 milhões, o que já seria o recorde para uma cinebiografia musical, sem ajuste de inflação. O recorde anterior pertencia a Straight Outta Compton (US$ 60,1 milhões), seguido por Bohemian Rhapsody (US$ 55 milhões).
O desempenho inicial foi sinalizado por uma arrecadação de US$ 12,6 milhões nas pré-vendas de quarta e quinta-feira, um valor comparável a grandes lançamentos e superior a filmes como Duna: Parte Dois e Oppenheimer, que registraram cerca de US$ 10 milhões em pré-vendas.
A recepção do público tem sido extremamente positiva, com uma pontuação de 96% no Rotten Tomatoes. Apesar de críticas iniciais mistas, o público demonstrou forte aprovação, indicando que a nostalgia e o apelo do artista continuam a atrair espectadores aos cinemas.
Internacionalmente, Michael estreou em 82 mercados, arrecadando US$ 16,6 milhões na quarta-feira, elevando o total para US$ 18,5 milhões. Destaques incluem França e Reino Unido, onde o filme registrou a maior abertura de todos os tempos para uma cinebiografia musical.
No Brasil, o filme somou US$ 651.000 em pré-vendas, atingindo um total de US$ 2 milhões. Este resultado representa a maior estreia para um filme não-super-herói ou de franquia no mercado nacional, mantendo a liderança com 68% de participação de mercado.