Meryl Streep comenta rótulo de “filme de mulher” para Diabo Veste Prada

Meryl Streep reflete sobre o rótulo de “filme de mulher” dado a O Diabo Veste Prada e como isso se compara a sucessos recentes como Barbie.

A atriz Meryl Streep refletiu sobre a indústria cinematográfica e como o filme O Diabo Veste Prada, lançado originalmente em 2006, foi rotulado como um “filme de mulher”. Em sua participação no programa “The Late Show With Stephen Colbert”, Streep comentou que essa designação não envelheceu bem, especialmente após o sucesso de produções como Barbie e Mamma Mia!.

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Streep, que se prepara para o lançamento de “The Devil Wears Prada 2” em 1º de maio, observou as mudanças e permanências na indústria do cinema nas duas décadas desde o lançamento do filme original. A atriz expressou sua opinião sobre como a categorização de filmes pode impactar sua recepção e longevidade.

O Diabo Veste Prada e a percepção da indústria

O filme, que se tornou um marco na cultura pop, acompanha a jornada de Andrea Sachs (Anne Hathaway) como assistente da implacável editora de moda Miranda Priestly (Meryl Streep). A dinâmica entre as personagens e o universo da moda foram elementos centrais para o sucesso da obra.

O impacto de “filme de mulher”

A discussão sobre o termo “filme de mulher” ganhou força recentemente com o sucesso estrondoso de Barbie, que desafiou estereótipos associados a produções voltadas para o público feminino. Streep sugere que a percepção de filmes como O Diabo Veste Prada pode ter sido limitada por essa categorização.

O legado de Miranda Priestly

A personagem Miranda Priestly, interpretada por Streep, é frequentemente citada como uma das mais icônicas da carreira da atriz, consolidando seu status como um ícone do cinema. A forma como o filme aborda o mundo corporativo e as relações de poder continua a ressoar com o público.

Fonte: Variety