O ator Joel Kinnaman, estrela de For All Mankind e ex-Rick Flag Jr. no DCU, participou do décimo episódio da série de entrevistas Coffee Chats. Na conversa, ele compartilhou reflexões sobre sua jornada em For All Mankind, o retorno inesperado em Peacemaker e o impacto de trabalhar com Nicolas Cage.


Kinnaman vivencia processo emocional em For All Mankind
Em For All Mankind, série da Apple TV+ que avança uma década por temporada, Kinnaman interpreta Ed Baldwin. Atualmente na quinta temporada, que se passa em 2012, o ator, aos 46 anos, está interpretando um personagem de 82 anos. Ele descreveu o processo como “realmente emocional”, destacando o impacto psicológico de se ver em diferentes fases da vida diariamente durante as gravações.
Kinnaman revelou que a experiência de interpretar um homem de 82 anos, idade similar à de seu próprio pai, foi um processo interno profundo e mais afetivo do que qualquer outro trabalho anterior. A série, que começou em 1969, acompanha a evolução de seus personagens em uma linha do tempo alternativa da corrida espacial.
James Gunn convidou Kinnaman para retorno no DCU
Sobre seu envolvimento com o DCU, Kinnaman contou que James Gunn o contatou pessoalmente para reprisar seu papel como Rick Flag Jr. em Peacemaker. Após a morte do personagem em The Suicide Squad (2021), ele retornou como uma versão de universo alternativo. O ator mencionou que Gunn o incentivou a explorar mais a comédia, gênero que Kinnaman deseja expandir em sua carreira.
Trabalhar com Nicolas Cage expandiu horizontes de Kinnaman
Kinnaman também falou sobre sua experiência no filme Sympathy For The Devil, onde contracena com Nicolas Cage. Ele expressou admiração pela coragem e ousadia de Cage como ator, contrastando com seu próprio estilo mais contido. Trabalhar com Cage, segundo Kinnaman, o encorajou a assumir mais riscos em suas atuações.
O ator acredita que “pegou um pouco do brilho” de Cage, referindo-se a uma expressão do mundo das lutas onde lutar contra alguém superior pode trazer aprendizado. Essa experiência o fez se tornar “um pouco mais corajoso” e mudou sua perspectiva sobre o trabalho, levando-o a aceitar a possibilidade de “falhar um pouco mais” em projetos futuros.
Fonte: ScreenRant