A nova série da FX, Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette, enfrenta acusações de “misogenia exemplar” e relatos de mensagens ameaçadoras direcionadas à atriz Daryl Hannah.
Críticas à Representação de Daryl Hannah
A série, que narra a relação biográfica de JFK Jr. e Carolyn Bessette, gerou controvérsia com a atriz Daryl Hannah, interpretada por Dree Hemmingway. Hannah alega ter recebido mensagens hostis e ameaçadoras após a estreia, devido à sua representação na trama.
Hannah, que teve um relacionamento com JFK Jr. antes de Bessette, expressou insatisfação com sua caracterização como antagonista. Ela afirma que os criadores da série, incluindo o produtor executivo Ryan Murphy, não a consultaram sobre sua participação.
Acusações de Sensacionalismo e Incorreções Históricas
A atriz nega veementemente as ações atribuídas a ela na série, como zombar da morte de Jacqueline Onassis, plantar histórias na imprensa ou usar cocaína. Hannah classifica a abordagem como misógina, “rasgar uma mulher para exaltar outra”.
Apesar das críticas de Hannah, Love Story tem recebido avaliações positivas. A série ostenta 80% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e 76% do público. Contudo, alguns críticos apontam que a produção, por vezes, sensacionaliza o material.
Contexto e Recepção da Série
O histórico de Ryan Murphy com séries baseadas em fatos, como a antologia Monster da Netflix, também já foi marcado por acusações de sensacionalismo. A série já havia recebido críticas de Jack Schlossberg, sobrinho de JFK Jr., que a descreveu como “grotesca”.
O criador Connor Hines revelou que a família Kennedy não foi consultada, argumentando que “como escritor, é mais saudável e eficaz ter alguma distância do assunto”. No entanto, as declarações de Hannah sugerem que essa distância resultou em imprecisões históricas significativas.
Com três episódios restantes, Love Story segue sua exibição, mesmo diante das controvérsias e do desagrado de figuras ligadas à história retratada.
Fonte: ScreenRant