Euphoria: 3ª temporada recebe críticas mistas no Rotten Tomatoes

A 3ª temporada de Euphoria recebe críticas mistas no Rotten Tomatoes, com 56% de aprovação. Saiba o que os críticos apontam sobre a série da HBO.

A série euphoria, sucesso da HBO, retorna para sua terceira temporada, ambientada cinco anos no futuro e com um elenco reduzido espalhado pela Costa Oeste. Após o sucesso das duas primeiras temporadas, que obtiveram 80% e 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente, a nova leva de episódios enfrenta um cenário crítico diferente.

euphoria poster
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As primeiras críticas, baseadas nos três primeiros episódios, indicam que a terceira temporada de euphoria alcançou uma pontuação de 56% no Rotten Tomatoes. Essa marca representa uma queda significativa em relação ao reconhecimento obtido anteriormente. A avaliação inicial sugere que a série pode não ter conseguido replicar a fórmula que combinava elementos de drama familiar, temas de vício e cenas ousadas que cativaram o público.

O que os críticos apontam

Apesar da recepção mista, a performance de Zendaya como Rue Bennett continua sendo um ponto forte, com críticos elogiando sua atuação. A série também mantém seu apelo visual e ritmo dinâmico, com reviravoltas que prendem a atenção. No entanto, a escrita dos demais personagens tem sido apontada como superficial, com motivações pouco claras que dificultam a conexão do público com eles.

A mudança do cenário para fora do ambiente escolar, com os personagens agora adultos e vivendo vidas separadas, é vista por alguns como um fator que contribuiu para uma experiência mais fragmentada e a perda de parte do apelo narrativo inicial.

Críticas específicas e elogios pontuais

Publicações como a IndieWire descreveram a temporada como “maddeningly inert” (enlouquecedoramente inerte), criticando a repetição de clichês em relacionamentos e a falta de desenvolvimento dos personagens. ScreenRant sugere que a transição para o mundo adulto expôs possíveis falhas na concepção dos personagens por parte do criador Sam Levinson. O New York Post, embora tenha elogiado o início caótico, criticou a “escrita preguiçosa” que sacrificou o drama humano em favor de tramas mais mirabolantes.

Por outro lado, o crítico Nick Schager, da The Daily Beast, celebrou a terceira temporada como “melhor” que as anteriores, elogiando Sam Levinson por explorar o “caos hilário” que tornou a série uma sensação. Ele destaca que cada personagem principal recebeu um subenredo com dilemas exagerados, mantendo o tom ousado e cínico da série em relação à Geração Z.

Atrasos e mudanças no elenco

A produção da terceira temporada foi marcada por atrasos, incluindo o período em que Sam Levinson trabalhou em The Idol. Rumores sobre a saída de Barbie Ferreira devido a diferenças criativas e as trágicas mortes de Angus Cloud e Eric Dane entre as temporadas adicionaram um peso extra ao retorno da série. Agora, resta saber se os fãs concordarão com as críticas ou formarão suas próprias opiniões ao longo da temporada.

Fonte: Movieweb