Um novo live-action da Disney, baseado em um clássico animado de 66 anos, pode representar um mau presságio para uma franquia bilionária. A decisão de adaptar novamente um filme tão antigo levanta questões sobre a estratégia do estúdio em relação a suas propriedades intelectuais.
Embora o nome do filme original não seja explicitamente mencionado, a referência a um “clássico animado de 66 anos” sugere fortemente A Bela Adormecida (1959), que deu origem à bem-sucedida franquia Malévola, estrelada por Angelina Jolie. A série de filmes, que expandiu o universo da vilã, já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão globalmente.
O Futuro da Franquia Malévola
A produção de um novo live-action pode indicar uma mudança de foco da Disney, potencialmente em detrimento da continuidade da saga Malévola. A incerteza paira sobre o futuro da franquia, especialmente após o desempenho de Malévola: Dona do Mal (2019), que não atingiu as expectativas de bilheteria de seu antecessor.
A Disney tem investido pesadamente em remakes live-action de seus clássicos animados, com resultados mistos. Enquanto alguns foram sucessos de bilheteria, outros enfrentaram críticas negativas e não conseguiram replicar o encanto das animações originais.
Estratégia da Disney e Impacto no Mercado
A estratégia da Disney de revisitar seus arquivos animados com novas versões live-action é uma aposta segura para atrair audiências nostálgicas e introduzir suas histórias a novas gerações. No entanto, a repetição desse modelo pode saturar o mercado e diluir o valor de suas franquias estabelecidas.
O sucesso de Malévola demonstrou o potencial de explorar personagens secundários de contos de fadas clássicos. Contudo, a necessidade de novas histórias e abordagens criativas é crucial para manter o interesse do público a longo prazo.
Fonte: ComicBook.com